segunda-feira, 8 de maio de 2017

NEM TODOS ESTÃO LIMPOS

"Disse-lhe Pedro: Nunca me lavarás os pés. Respondeu-lhe Jesus: Se eu te não lavar, não tens parte comigo" João 13:8


 
Ilustração: Certo dia um pastor e um líder de jovens foram discipular um membro da igreja. O pastor orou ao Senhor pedindo uma direção, Deus apenas lhe falou para levar uma bacia e uma toalha na mochila. Logo no início da conversa, o membro da igreja foi muito grosseiro, falando alto, e, quando o pastor tentou dizer alguma coisa, ele olhou e disse: Eu conheço vocês, eu sei que vocês estão “armados”, vieram preparados para falar contra mim. O pastor pegou a mochila, tirou a bacia e a tolha, e disse: “Já que eu vim armado, vou mostrar as armas que trouxe para esta conversa”.

Uma lição: A bacia e a tolha sempre serão as armas mais poderosas. Esses objetos fazem menção à última Ceia de Jesus com os discípulos.



Texto-base: João 13:3-17

Antes desse episódio, os discípulos discutiam quem era o maior; André, o primeiro a ser chamado? João, o discípulo amado? Pedro, que andou sobre as águas? Nesse contexto, uma mulher também desejava que seus filhos estivessem sentados ao lado dele (Mateus 20:21,22).

Nesse encontro com os discípulos, Jesus usa a bacia e a tolha como dois instrumentos que nos ensinam sobre humildade, amor, santificação e serviço.

1- Sua perseverança em amor

A bíblia diz que Jesus amou os discípulos até o fim; aproveitou as oportunidades. Vv.1.

A cultura judaica tinha esse hábito. As pessoas usavam sandálias e seus pés ficavam sujos. Então, ao ser recebido, o escravo (do escravo) daquela casa lavava os pés do convidado.

Naquela Ceia, ninguém queria lavar os pés uns dos outros, ninguém queria usar a bacia e a toalha. Por isso, Jesus assumiu o papel que ninguém queria assumir. Vv. 4 “Levantou-se”, “um homem enxugando os pés de 12 homens”.

Jesus foi o líder que serviu, mas também foi o líder que lavou os pés porque ninguém queria lavar os pés uns dos outros (Não esqueça: "Se você parar, Deus não vai parar").

Talvez “você está sentado na mesa, sem se importar com o que acontece”, dizendo “não é da minha conta”, “eu não me importo” etc.
 
Onde está sua bacia e a toalha?

Ele mostrou esse amor servindo aos discípulos, ensinando. O filho de Deus lavou os seus pés, desceu de uma posição elevada e se fez servo entre eles. Fil 2:5-11.

O sentido espiritual é mais amplo, não é apenas um ensino prático. Levando eles a terem uma história para contar (um legado).    

2- Santificação e purificação

Os pés tinham poeira, feridas, o peso do cansaço. A poeira dos pés fala do que as pessoas trazem dos lugares que andam. Às vezes, é preciso bater a poeira dos seus pés. Os pés são símbolo do cansaço humano. Você já ficou cansado de Deus, da igreja, da sua família?

Os discípulos permitiram que Jesus visse os seus pés e lavasse até ficarem limpos. Jesus preocupa-se com a pureza da igreja. Ele deseja tratar os discípulos, fazendo-se servo deles para purificá-los.

Pedro achou essa tarefa um serviço indigno para Jesus, logo ele se recusou (um extremo). Assim, como João Batista sobre o batismo. Mas, Jesus disse que se ele recusasse não teria parte com Ele. Pedro imediatamente diz para lavar todo o corpo (outro extremo).

Jesus nos ensina que se Ele não puder fazer isto, te constranger, te amar, você não terá parte com Ele.

Jesus fez isso porque havia um que não estava purificado, Judas. Mais uma tentativa de trazê-lo de volta. Às vezes o que está precisando não aproveita a oportunidade; e aquele que recebe, recebe ainda mais.

Encerra dizendo: Façam o mesmo com os outros. Vv.14.

3- Servir uns aos outros

Lavar os pés uns dos outros fala de servir uns aos outros, dispostos a se humilhar, ser humildes etc.

Lavar os pés uns dos outros é ter parte com os outros. Isso desfaz o discurso de que você não precisa estar vinculado a pessoas.

Priorize o outro. Sua causa é o outro. Quem tem o outro como causa, não precisa de novas causas.

Veja o pó dos pés uns dos outros.

No final, ele perguntou se os discípulos tinham entendido. Encerra mostrando que ele é a porta de entrada, o anfitrião, eu lavo os pés para que vocês entrem no Reino. Introduzo vocês no Reino.

Vv. 17. O servir uns aos outros vai fortalecer vocês. Serão felizes se a praticarem.

Conclusão:

A “bacia” e a “tolha” sempre serão instrumentos mais fortes do que qualquer argumento ou razão humana. Jesus é o maior exemplo de amor e serviço pela humanidade. 

Obs: Este texto é apenas o esboço de uma pregação ministrada na Missão Apostólica da Restauração, no dia 19/03/2017

quarta-feira, 29 de março de 2017

DEIXANDO MINHA VIDA DE ADOLESCENTE

A adolescência está se prolongando e deixando jovens despreparados para a vida adulta. Muitos jovens estão na igreja há anos, mas vivem uma fé que não cresce. Aprenda o que é um "menino na fé" e algumas considerações sobre maturidade.


O apóstolo Paulo disse: “Irmãos, não lhes pude falar como a espirituais, mas como a carnais, como a crianças em Cristo. Dei-lhes leite, e não alimento sólido, pois vocês não estavam em condições de recebê-lo. De fato, vocês ainda não estão em condições” (I Co 3:1-2). Em seguida, Paulo mostra a razão pela qual deu-lhes leite e os tratou como crianças em Cristo, ou podemos dizer “meninos”: “Porque ainda sois carnais; pois, havendo entre vós inveja, contendas e dissensões, não sois porventura carnais, e não andais segundo os homens”? (I Co 3:3).




Atualmente, a adolescência está se prolongando e deixando jovens despreparados para a vida adulta. É importante entender que não existe uma regra ou um momento definitivo para a transição da adolescência para vida adulta. Ou seja, a idade natural não pode ser tomada como parâmetro exclusivo para identificar a maturidade de uma pessoa e, também, crescer não significa que você deva abandonar completamente a juventude. 


Além disso, sempre que perguntarem se uma pessoa tem maturidade, devem perguntar também em que área de sua vida ela é madura (maturidade intelectual, financeira, emocional, social, espiritual). Apesar de especificar vários de tipos de maturidade, não podemos esquecer que elas estão completamente relacionadas entre si.


"Quando eu era menino, falava como menino, sentia como menino, discorria como menino, mas, logo que cheguei a ser homem, acabei com as coisas de menino". 1 Cor 13:11


Para que não sejamos mais meninos inconstantes, levados em roda por todo o vento de doutrina, pelo engano dos homens que com astúcia enganam fraudulosamente. Ef 4:14.


Muitos jovens estão na igreja há anos, mas vivem uma fé que não cresce. Assim, permanecem como "meninos na fé".



O que é um "menino na fé"?

É o que ainda se alimenta de leite e não tem condições de receber o alimento sólido. Heb 5:12-14


- É inconstante, levado por todo vento de doutrina. Tiago 1:2-5 nos mostra que uma característica da maturidade é a perseverança.


- É carnal, envolvido com invejas, contendas, seguem a doutrina de homens e não a doutrina de Deus.


- Desorientado, não sabe para que direção está indo, então, qualquer caminho serve.


É incapaz porque não sabe se virar sozinho (exemplos da infância: precisa amarrar os sapatos da criança, alimentá-la e oferecer apoio emocional).


- É cheio de ressentimentos, birras, as coisas devem ser do seu jeito, raiva, os nervos à flor da pele, impulsivo.


O primeiro e mais importante passo rumo à maturidade é o reconhecimento (porque "menino" não reconhece seus erros), além disso apresento algumas considerações sobre maturidade:


1- A maturidade está relacionada ao autoconhecimento. Nesse ponto está o reconhecer o nosso potencial e os nossos limites. Deus utiliza de pessoas para falar conosco e nos mostrar o que precisamos mudar, isto é, precisamos do outro.


2- Estamos alcançando maturidade quando diminuímos a distância entre o entender e o fazer as coisas. O "pseudo" maduro sabe dar conselhos, mas não consegue aplicar em sua vida.


3- Para continuar avançando em maturidade, precisamos de coragem. E a coragem não é a ausência do medo, mas o triunfo sobre ele” (Nelson Mandela). Não podemos ter medo de avançar. Nossas justificativas ou o medo de situações novas nos deixam inertes. Não podemos ter medo de assumir responsabilidades. 


O verdadeiro amor lança fora o medo. 1 Jo 4:18.


Precisamos de muita CRUZ (no sentido vertical e horizontal) para alcançar a maturidade, porque ela é construída na relação com Deus ecom as pessoas
Jovens não queiram estar apenas sentados à mesa, levantem-se para lavar os pés uns dos outros. Não queiram apenas o colo do Pai, mas façam também o que pai manda. 

Esta mensagem foi ministrada no Cross Culture (Culto de Jovens) no dia 25 de março de 2017.


quarta-feira, 8 de fevereiro de 2017

COISAS QUE OS MELHORES LÍDERES FAZEM

Você talvez já se perguntou: O que fazem os melhores líderes? Seguem alguns tópicos que muitas vezes, como líder, nos esquecemos, mas que esse texto vai lembrar-nos.



Os melhores líderes:


1- São ensináveis, não sabem tudo. Eles estão em grupos para aprender e não para tentar convencer os discípulos que sabem tudo. Quando estão liderando um estudo bíblico, eles estão abertos à aprendizagem. Grupos que crescem juntos, ficam juntos.


2- Estimulam a interação e não dominam as conversas. O trabalho de alma de um líder em um pequeno grupo é fazer com que os discípulos falem sobre sua fé. Os melhores líderes são aqueles que sabem fazer boas perguntas para que os discípulos falem. Jesus era muito bom em fazer perguntas e os líderes precisam seguir esse exemplo. Os líderes pobres de espírito pensam que o momento de falar é a oportunidade de brilharem e mostrarem como são “teológicos”. Se eles querem apenas falar, eles não devem ser líderes.


3- Não tem uma vida "perfeita" no Instagram. A maioria das pessoas postam apenas os melhores momentos da sua vida no Instagram. Os melhores líderes deixam os discípulos saberem tanto o lado bom como o ruim de suas vidas. Eles são autênticos com sua vida e fé. Se os líderes forem verdadeiros, os discípulos também serão mais autênticos.  


4- Ouvem bem. Muitos líderes pensam que precisam dizer a coisa certa, mas, na realidade, os discípulos querem apenas alguém presente em suas vidas para ouvi-los. O líder precisa ser o lugar onde os discípulos sabem que serão ouvidos. Os melhores líderes são aqueles que ouvem intencionalmente.


5- Desejam multiplicar. Os melhores líderes querem que seu grupo cresça. Eles querem criar uma cultura de convidar amigos. Os melhores líderes querem ajudar novos líderes e treiná-los a criar uma cultura convidativa antes de começarem seus próprios grupos.


Enfim, talvez você não faça tudo isto como líder, mas se começar com alguns destes tópicos provocará uma mudança na sua cultura. Encontre-os, ame-os e multiplique-os porque os melhores líderes geram outros "melhores" líderes.


Este texto foi uma tradução da experiência de Justin Knowles, pastor há oito anos na Christ’s Church of the Valley em San Dimas, Califórnia.

segunda-feira, 6 de fevereiro de 2017

HÁBITO: O que é?

O hábito é um modo de ser, agir ou sentir aprendido e repetido com frequência e regularidade. Trata-se de práticas corriqueiras, como as nossas manias, e de costumes arraigados na nossa cultura. Boa parte das nossas ações diárias é realizada pela força do hábito.


Para um comportamento transformar-se em um hábito, precisa-se de três componentes:
- o conhecimento, ou seja, o que fazer e por quê;
- as habilidades, isto é, como fazer as coisas;
- o desejo, que é a motivação, sua vontade de fazê-las.
Para cultivarmos hábitos espiritualmente saudáveis não se concentre em maus hábitos, mas sim em criar bons hábitos. “Não te deixes vencer do mal, mas vence o mal com o bem”. Romanos 12:21; “Digo, porém: Andai em Espírito, e não cumprireis a concupiscência da carne”. Gálatas 5:16.
O maior legado de Jesus aos discípulos foram hábitos espirituais. Jesus sabia que não estaria fisicamente para sempre entre os discípulos, então, Ele lhes ensinou a enfrentar os desafios, os conflitos e os problemas da viva. Ensinou a como manter a fé viva diante das provações. O que nos ajuda? A graça de Deus e os hábitos desenvolvidos.
“Mas, eu não tenho tempo!”. Essa é a primeira objeção ao ensinar sobre hábitos. É importante lembrar que todos nós temos a mesma quantidade de tempo. O segredo estar na maneira como se utilizamos dele. Faça com que o tempo te sirva. O tempo deve te servir e não você a ele.
Os hábitos espirituais se iniciam em pensamentos e palavras. Os pensamentos precedem as ações. Romanos 8:5. Precisamos pensar nas coisas do alto. Colossenses 3:1-2. As palavras têm consequências. Provérbios 18:20-21. Palavras ociosas (aleatórias) vazam poder. 2 Timóteo 2:16.

HÁBITO 1 - HORA SILENCIOSA COM DEUS

Um dos maiores privilégios que temos é a comunicação com o Criador. É a oportunidade de nos relacionarmos com Ele.
“Deus nada faz a não ser em resposta à oração” (John Wesley)


O ponto mais alto do ministério de ensino de Jesus foi quando os seus discípulos pediram-lhe: “Senhor, ensina-nos a orar” (Luc 11:1). Quando os alunos fazem as perguntas certas, o mestre fica feliz.
Se a oração é tão importante, por que a maioria de nós não ora com regularidade?
- “Porque nós estamos profundamente conscientes de que isso nos custará algo. Mais que tempo. Mais que dinheiro. Mais que fé. Mais que se tornar religioso. Lançar mão da oração como minha fonte disponível para um uso efetivo, prático e diário (como uma certeza permanente em um mundo imprevisível) me custará alguma coisa. Honestidade” (p.20).
- A honestidade requer reconhecimento do que não somos. A insistência em que podemos obter a vitória por nós mesmos e em que “vou fazer as coisas do meu jeito” é o que é mais intrínseco à natureza humana.
“Minha confissão honesta de impotência abre a porta para a onipotência”.
O princípio da oração é a necessidade.
O primeiro princípio da oração não é fé, nem promessas, mas necessidade. O pastor Watchman Nee gostava de fazer a seguinte pergunta aos irmãos: Deus ouve sua oração? As pessoas respondiam: Depois de orar 3 ou 5 vezes o assunto é esquecido. Por que é esquecido? Porque não existe a pressão da necessidade. Por isso, as pessoas não recebem resposta da sua oração. “Se você esqueceu um assunto de oração, como pode culpar a Deus por não se lembrar?”. O crente se volta a Deus com uma necessidade.
“Se você tem uma necessidade profunda de algo, você é um forte candidato a um extraordinário milagre de Deus”.
A ORAÇÃO EXIGE CERTA “ATITUDE DE CORAÇÃO”
Uma oração de coração para coração, seja desajeitada, titubeante, temerosa, dúbia, bem apresentada, sussurrada ou desejada silenciosamente. Mas, não esqueçam as observações de Jesus:
1- Não ser hipócrita: Jesus não condena a oração pública, mas sim a exibição vaidosa e a falta de honestidade (Mt 6:5; Sl 19:12-13).
2- Privacidade na oração: “Entra no teu quarto” fala de intimidade (como de cônjuges). O altar público será uma consequência do altar secreto (Is 26:20; Mc 1:35; Mt 6:6).
3- Não usar de vãs repetições: As vãs repetições são características das rezas idólatras, as quais parecem ser um esforço para vencer a má vontade de Deus em responder (Mt 6:7; At 19:34; Tg 4:3).
A ORAÇÃO MODELO: O PAI NOSSO
Jesus ensinou a oração do Pai Nosso como um modelo para nos comunicarmos com Deus, não como uma estrutura para cair em vã repetição, mas como um guia, com níveis específicos, que cobrem as necessidades do nosso cotidiano. É uma oração completa. Nenhum ponto de experiência ou questão da vida fica de fora. Mt 6:9-13; Lc 11:2-4
1- ADORAÇÃO: a oração é um momento de louvor e adoração ao Pai (Mt 6:9)
Ao declarar “Pai”, Jesus revela a natureza de Deus, que não é uma divindade insensível nem imprevisível. Jesus foi um dos primeiros a chamá-lo de Pai (Abba do aramaico: paizinho querido ou papai).
“Que estás nos céus” reconhece a autoridade de Deus, sua habitação e o seu poder.
“Santo” significa inteireza, ao declarar esta palavra adoramos a Deus reconhecendo sua natureza imutável e íntegra. Apocalipse 4:8.
2- GOVERNO: a oração deve de algum modo convidar sua vontade para operar na terra (Mt 6:10).
Se o desejo de Deus é governar a terra, por que já não fez isso? Deus tem poder para fazer isso, mas Ele não deseja dominar pela força. Ele escolheu operar por meio de pessoas. E se Deus não encontrar alguém para ser um canal específico? Isaías 59:16 mostra que quando o impacto do pecado impediu Deus de encontrar um homem por meio de quem operar, ele mesmo se fez homem. Isso mostra que Deus deseja realizar sua obra redentora por meio do homem e da sua igreja (corpo de Cristo).
A vontade de Deus se manifestará quando os que desejam que sua vontade seja feita declararem que seja assim. (Jo 6:39; 1 Tm 2:4).
A geração que vai confirmar o evangelho (At 17:6)
3- PROVISÃO: Deus se interessa pelo detalhe diário e pelos acontecimentos corriqueiros. Ele ordena orarmos pelos assuntos do dia a dia (Mt 6:11)
Não devemos ser negligentes em pedir que Deus seja o nosso provedor. Devemos consultar a Deus sobre as menores coisas da vida os assuntos mais simples.
4- PERDÃO: a oração é um momento de reconhecer nossa necessidade de purificação (Mt 6:12). Pedir perdão pelos pecados é uma necessidade contínua (1 Jo 1:8) e recebe uma resposta contínua (1 Jo 1:9).
Para experimentar o perdão não podemos negligenciar a visão que Deus tem de nossos relacionamentos.
“Jesus proíbe uma aproximação vertical de Deus que negligencie a aproximação horizontal das pessoas”. Nosso perdão depende de nossa disposição em perdoar. Eu devo permitir que o perdão que recebi flua para outras pessoas.
O relacionamento precede a nossa adoração (Mt 5:23,24), isso choca nossas convicções “espirituais”. Violar o princípio do perdão resultará na falta de resposta das suas orações.
5- PROTEÇÃO: o homem encontra-se em constante perigo, por isso precisa procurar a proteção de Deus (Mt 6:13a; Pv 22:3a). O bem e o mal são duas forças que operam no mundo. Mesmo o nascido de novo precisa pedir o livramento de enfermidades, acidentes, ruína econômica etc.
Para vencer a tentação, ore pedindo a armadura de Deus (Efésios 6:10-17).
6- ENTREGA: toda oração termina colocando tudo nas mãos de Deus (Mt 6:13b). Ele é que nos dá segurança e confiança (Sl 90:1-2; Jo 10:27-28).
CONCLUSÃO
A oração é o caminho estabelecido por Deus para que todo o crente em Cristo estabeleça uma relação íntima e contínua com Ele. Proponha em seu coração fazer da oração um estilo de vida.
- Escolha diariamente uma hora fixa
- Selecione um lugar específico
- Use a bíblia como suporte
- Faça um registro do que o Senhor lhe revela, de acordo com suas petições



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